Ok, vamos lá, tentativa número ?? de escrever um blog decente, já que não escrevo nada à muito tempo mesmo. Claro como é de se esperar, minha iniciativa foi inspirada por Rubem Braga, não, mentira, foi inspirada por Hank Moody do Californication, o ateu, capitão de um navio em forma de pênis num mar de vaginas. Como seria bom se as coisas fossem assim, como nessas séries, tudo é tão fácil com as mulheres, mas a ideia da arte sempre foi tentar trazer para mais próximo de nós a “realidade” que não compreendemos bem, então sendo assim, não seria nada mal uma mulheres linda invadir o meu quarto perguntar sobre o quanto ela está preocupada com o tamanho dos seus seios, depois fugir antes que eu acorde roubando rascunhos dos meus poemas e publicando no próprio nome, mas como não moro em L.A. minha janela tem grades e se uma mulher ainda assim entrar por lá, vou acreditar estar vendo alucinações.
Mas pensem bem se os médicos do SUS fossem como os House’s da séries, realmente não sei se eu teria medo ou sei lá o quê, talvez eu pediria um autógrafo pra ele, não pelo House em si, mas pela façanha de não injetar Dipirona em todos os meus buracos só porque eu estou com dor de cabeça, ou com vômito, ou com febre, ou dor de cotovelo, sendo assim meus “peoples” e minhas “peoplas” a cura de doenças incuráveis sempre esteve ao alcance de todos a Dipirona é a panaceia dos deuses ao alcance de qualquer um que se aventura ao tentar se consultar por um médico do SUS, principalmente se você não foi trabalhar por causa da ressaca e estava tentando convencer este médico de que você está com algum tipo de virose muito comum nessa época do ano, nada contra, fora o sarro, mas é que devia funcionar, mas, porém, entretanto, todavia não funciona.
Agora as séries policiais, ou melhor de investigação, cabe a nós uma pergunta, a polícia americana é mais inteligente que a polícia tupiniquim? Não sei só sei que pra lá o negócio é chamado de “Inteligência”. Eu nunca soube o significado da sigla CSI, mas ninguém tira da minha cabeça que o “I” não é de investigação e sim de inteligência, já me corrigiram, mas não aceitei, ora pois, se aqueles caras descobrem aquelas coisas, daquelas formas mirabolantes eles perdem tempo, poderiam estar ganhando na loteria toda semana. Mas enfim o melhor mesmo são os romances, a série é policial, mas sempre tem alguém especialista em balística que se apaixona por alguém da área de cirurgia investigativa, mas que não podem ficar juntos, pois senão vão prejudicar a corporação e a investigação, se fosse por aqui, ela já tinha engravidado e o menino se chamaria João Vitor ou Matheus Augusto, Amerilson por causa do avô ou Francisca Manoela até se descobrir a verdadeira sexualidade da criança, gosto de algumas séries (lógico a maioria eu assisti na TV aberta ou baixei da internet), mas Lost é legal (não me peçam pra dizer o porquê, gostei, filosófico e pronto), Supernatural (vale só por conta trilha sonora), Heroes é legal (sempre fui fã de super-heróis), menos 24 hrs, Prison break (e outros que não citarei pois gosto de algumas pessoas que gostam muito de algumas delas) tudo muito enlatado, mas dá pra passar uma chuva, as séries brasileiras (globais) também estão boas ultimamente, mas acho que eles não deveriam dividir como se fossem romances do mesmo escritor, é só dar o nome de tipo “O que querem as mulheres cariocas de Chico Buarque depois que cai o barraco com as confusões amorosas falsas de Fernanda Young?” pronto simples e direito, o pintor, o músico, o diretor, o escritor, enfim, compõe a sua arte na intenção de nos informar o quanto estamos distantes da realidade quando assistimos essas coisas. Socorro Macgyver (hehe)Maaaasss. Agora, fiado só amanhã.

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